segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Algumas ideias políticas sobre Portugal e a Europa

i) Abolição da proibição de negar o Holocausto, de usar a cruz suástica e de outras proibições ridículas impostas pelas autoridades europeias [liberdade de expressão], uma reforma democrática profunda das instituições europeias, demasiado burocráticas e ineficazes quando têm que lidar com a barbárie dentro da sua esfera de influência, criação das Forças Armadas Europeias, adopção do Inglês como Língua Europeia de comunicação, de forma inequívoca e avanço para o Modelo Confederado.
ii) Redefinição e coordenação das forças de segurança. Portugal precisa de um serviço secreto em condições e de uma força armada unitária, de pendor naval (os verdadeiros inimigos são os tráficos marítimos vários e, neste momento, a Extrema Direita Islâmica, logo, necessitamos de meios de patrulhamento, busca e salvamento marítimo rápidos e bem armados, de uma força territorial de carácter misto entre o Bombeiro Profissional e o Soldado de infantaria e de um verdadeiro serviço de segurança. Quanto às polícias, implementar o CODIS e o cruzamento de dados, salvaguardando as liberdades individuais).
iii) Possibilidade de casamento civil e candidatura à adopção para os casais homossexuais. Muita gente acha um piadão ao José Castelo Branco, mas prefere a Casa Pia à adopção...
iv) Educação pública de qualidade, pois o défice persiste desde o ínicio do século passado, com ênfase no ensino rigoroso e exigente de Português, Inglês e Matemática. A Física, a Química e a Biologia, deveriam ser também alvo de atenção especial, pois contribuem para a formação base nas áreas de desenvolvimento tecnológico que vou propôr adiante, no ponto viii). Acesso credível ao ensino de mais uma língua europeia e de Mirandês, pois Portugal é oficialmente bilingue, e abandono do Acordo Ortográfico, por motivos filológicos. A língua tem uma acentuação neutra peculiar, está aproximada ao latim e assume duas grafias oficiais.
v) Combate credível ao crime económico e às associações criminosas.
vi) Despenalização total de todas as drogas, o que conduziria a uma redução sem precedentes do crime.
vii) Condenação à experimentação humana, para crimes de sangue e em determinadas situações. Quem rouba uma vida, veria a sua dedicada à Ciência e ao progresso da qualidade de vida dos demais.
viii) Implementação de energias renováveis, avanço para a produção de petróleo sintético a partir de resíduos urbanos, agrícolas e florestais, produção de metano em reactores biológicos e produção industrial de hidrogénio. Relocalização do Instituto de Tecnologia Nuclear no Distrito da Guarda, próximo das minas de urânio, onde seria responsável pela descontaminação da área. A exploração do minério e a produção de combustível nuclear para exportação poderiam ser equacionadas no âmbito de empresas privadas, focando-se o esforço público na fusão nuclear (O Instituto deveria manter um reactor de fusão por implosão LASER ou FEASER, um reactor de confinamento magnético e unidades de produção de radioisótopos para aplicação em Medicina Nuclear).
ix) Saude pública de qualidade e empresas privadas de saúde credíveis. O utente optaria, de acordo com os seu rendimentos.
x) Assistência ao Trabalho em vez de Segurança social, com diminuição da intervenção pública em prol do funcionamento das famílias alargadas. A máxima de Confúcio sobre a cana de pesca ainda é válida.
xi) Abandono da PAC, que só defende a agricultura de alguns países e regresso à produção de cereais e constituição de stocks, pois Portugal ainda têm as estruturas de armazenamento.
xii) Revogação do estatuto fiscal de excepção ao Arquipélago da Madeira e perspectivação da independência do território, após pagamento integral da dívida.

1 comentário:

ARV disse...

Concordo com algumas das propostas, com grande destaque para a desvinculação da Madeira. Sobre outras, obviamente não me pronuncio. Só não vejo como um pequeno país da periferia europeia e que constribui com uma ninharia para o PIB da UE pode desvincular-se da PAC e permanecer na UE.

A história do mirandês ser uma lingua oficial... se também incluirmos nesse lote o esperanto e, sobretudo, o romeno, russo, chinês e crioulo pois deverão haver mais falantes destes idiomas do que os que se conseguem expressar em mirandês.

De resto, as minhas felicitações pela publicação de mais algumas histórias.